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Por que a ANVISA não se posiciona oficialmente sobre Acido Glioxilico

Por que a ANVISA não se posiciona oficialmente sobre Acido Glioxilico?

 

     Amigos e amigas deste maravilhoso universo da beleza, sempre uma honra levar informações quentíssimas deste mercado fascinante. Você que nos conhecem e acompanham o nosso trabalho, sabe que o compromisso do Portal e TV Guia de Salões, são com vocês profissionais da beleza.

 

Tenho acompanhado desde 03 de Novembro de 2013, quando o Fantástico, programa dominical da Rede Globo, "denunciou" em matéria aparentemente equivocada, o Ácido Glioxilico como uma forma disfarçada do temido e proibido formaldeído, (Formol).

 

  

Desde então muitas coisas aconteceram, foi um verdadeiro alvoroço no mercado e causando prejuízos irreparáveis e até irrecuperáveis para algumas marcas e fabricantes, que utilizavam o agente em suas formulações para fabricação de escovas progressivas, sendo o ácido glioxilico conhecido como substituto do formol, com a vantagem de não causar nenhum dano a saúde.

 

No dia seguinte, após veiculação da matéria, os fiscais da ANVISA, já estavam nas ruas, lacrando empresas e aprendendo lotes de produtos que continham em suas formulações o Ativo, ácido glioxilico. O terror tomou conta do mercado, afinal a descoberta do século, segundo a matéria global era uma farsa.

Presenciei o desespero nos olhos dos proprietários de empresas pequenas que dependiam essencialmente de suas progressivas, fecharem as portas e dispensarem seus funcionários. Eram distribuidores desesperados e devolvendo os produtos com medo de serem presos ou indiciados, repetindo foi realmente um terror.

 

Como paladinos da lei, os fiscais da ANVISA, foram implacáveis e agiram na forma da lei, marginalizando da noite para o dia, fabricantes, empresas, distribuidores e porque não dizer os profissionais da beleza, cabeleireiros, que tivessem em seus salões produtos com o ativo. “Ao chegarem num salão e no produto constar o ativo Acido Glioxílico, chamem a polícia”, dizia na matéria a técnica da ANVISA.

Porém, grandes marcas foram citadas na matéria e uma em especial, na linguagem popular comprou a briga e não poupou esforços para esclarecer e principalmente comprovar o equívoco jornalístico do Fantástico.

 

Promoveu uma coletiva de imprensa, onde apresentou laudos científicos que contradiziam o químico Daniel Barreto, da Universidade do Rio de Janeiro e a técnica da ANVISA. E por outro lado a ANVISA, Universidade do Rio de Janeiro e a Rede Globo, optaram por não se pronunciarem.

 

Para explicar melhor a ação do Ácido Glioxilíco e abrir a discussão de maneira séria e com embasamento científico, a empresa INOAR Professional, patrocinou o 1º Congresso Cabelo & Ciência, porem para ratificar a seriedade, buscaram o químico Adriano Pinheiro,Diretor da Kosmos Science e especialista em estudos que comprovam a eficácia de produtos no tratamento capilar. Neste congresso o Dr. Adriano Pinheiro foi enfático ACIDO GLIOXILICO NÃO É FORMALDEIDO.

 

Em 5 anos de estudos, nunca houve relatos comprobatórios de malefícios à saúde, causado pelo uso de produtos com o ativo ÁCIDO GLIOXILICO. Diante de uma afirmação desta magnitude, vindo de um cientista premiado nacional e internacionalmente, imaginamos que a ANVISA teria mais conteúdos científicos para se posicionar oficialmente sobre o Ativo, pelo menos para rebater os laudos e explicar ao profissional da beleza porque relutavam em não aprovar ou simplesmente aprovar o ativo.

 

E isso infelizmente não aconteceu. A ANVISA manteve-se calada, mesmo quando em Abril/2014, o Ácido Glioxilico foi incluído no banco de dados do PCPC (Personal Care Products Council) com a função de alisante. Além da aprovação nos agentes reguladores dos Estados Unidos, FDA – Food Safety Laws. E da EMEA – European Medicines Agency, na Europa.

 

Diante desta situação a Inoar Professional, em 15 de Maio de 2014, enviou pedido direto ao European Commission Health and Consumers Cosmetics – Cosing (a agência reguladora da Europa), para revisarem as funções do Ácido Glioxilico. E para coroar a luta dos dirigentes da Inoar, em 03 de Setembro de 2014, receberam o comunicado altamente satisfatório:

 

“Além de Tamponante (que equilibra o PH), o Ácido Glioxílico passa a ter a função de Antistático e Ondulação ou Alisamento de Cabelos e segue liberado para fabricação e vendas no continente.”

O Cosing além de confirmar a liberação do ACIDO GLIOXILICO, como alisante ainda agradece a INOAR PROFESSIONAL, por informar-lhes a descoberta deste ingrediente.

 

E é justamente isto que me causa estranheza. Analisem comigo, a Inoar é uma empresa brasileira, o Ácido Glioxilico foi descoberto ou apresentado por eles junto à ANVISA, 90% dos profissionais que usaram ou usam o produto dizem que o produto não causa nenhum tipo de incomodo, nem no profissional e nem no consumidor, segundo o Dr. Adriano Pinheiro que estuda o agente a mais de 5 anos, não existe nenhum caso de doenças causadas pelo uso de produtos com este ativo, o Químico Daniel Barreto, da UFRJ, declarou em um debate em São Paulo na FCE Cosmetique, que o Ácido Glioxilico foi a descoberta do século e que sua fala foi editada na matéria do Fantástico, ocultando o teor principal do tema.

 

Após as iniciativas da Inoar, outras 8 grandes marcas reuniram-se e juntos apresentaram “calhamaços” de documentos para apreciação da Câmara de Analise da ANVISA e ainda assim, não se pronunciaram.

 

Não é estranho? A ANVISA, que foi implacável no dia seguinte a denúncia da Rede Globo, não vir à público dizer, por que todos os órgãos mundiais estão errados e somente ela está certa?

Por que a ANVISA em sua página na internet, não explica qual o motivo do ativo Ácido Glioxilico, ser proibido com a função de alisante?

 

Por que este produto é prejudicial à saúde dos brasileiros e não é para o resto do Universo?

Até o final desta matéria, nossa equipe tentou contato com a ANVISA sem sucesso, o portal está em manutenção. Tenho certeza que existe uma boa explicação para este imbróglio todo, mas enquanto eles não se pronunciam como ficam os milhares de profissionais que dependem desta resposta para trabalhar sem medo?

 

Sinceramente eu espero que o bom senso prevaleça diante de tantas comprovações e de tantos porque(s). 

 

Autor: Por: Arnaldo Almeida / Redação Portal Guia de Salões.

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